Amigos e amigas,
Não podemos esperar outra coisa do futuro da Segurança Pública do Ceará a não ser o pior. A Polícia Militar vive um momento de tamanho desestímulo que não sei, como cidadão, como cobrar um bom serviço se eles são comandados por um homem que não tem outro pensamento a não ser prejudicá-los.
Vejam, cearenses, na imagem que vos trago, como se revela um homem mentiroso. Primeiro o Coronel Werisleik Matias (Comandante Geral da PM no Ceará) publica no Boletim Interno da Corporação de 26 de maio de 2012 que com a chegada dos novos soldados, 1000 homens, a escala dos destacamentos seria de 42 horas semanais, depois de formados esses novos PPMM ( foram 920). Porém, essa determinação não estava sendo cumprida no Interior do Estado. Pedro Queiroz, Presidente de uma das associações de militares foi no Comando da Corporação pra conversar com o Comandante Geral, que disse desconhecer que sua determinação estava sendo descumprida e que essa escala de destacamento 3X2/2X3 (trabalhar 3 dias folgar dois, após trabalhar mais 2 dias e folgar 3) , que chega a 96 horas semanais, estava ABOLIDA DO ESTADO DO CEARÁ.
O Coronel Werisleik chamou os comandantes do Interior para uma reunião e, quando todos os policiais militares achavam que iria ser resolvido o problema, aí, na quarta feira, dia 20, o Cabo Sabino – Presidente da Associação dos Cabos e soldados Militares do Ceará (ACSMCE) - declara nas redes sociais que conversou com o Comandante Geral sobre as escalas de serviço. E, para surpresa de todos, esse homem (Cel. Werisleik), que dias antes estava com um discurso de união e apoio aos seus comandados, declarou que somente em agosto, com uma OUTRA TURMA DE SOLDADOS, poderia resolver o problema das escalas dos destacamentos.
Mais uma vez, o Comandante Geral mostrou que não tem palavra. Que mente. Que não tem preparo pra conduzir seres humanos, nem capacidade de lidar com Segurança Pública. Mas isso as estatísticas sobre criminalidade já estão mostrando. Só no Interior do Estado, onde os policiais dos destacamentos trabalham (em regime de escala comparável a de um escravo) o número de homicídios aumentou 18% no mês de janeiro.
Até quando vamos ter que suportar essa administração da morte?
Não podemos esperar outra coisa do futuro da Segurança Pública do Ceará a não ser o pior. A Polícia Militar vive um momento de tamanho desestímulo que não sei, como cidadão, como cobrar um bom serviço se eles são comandados por um homem que não tem outro pensamento a não ser prejudicá-los.
Vejam, cearenses, na imagem que vos trago, como se revela um homem mentiroso. Primeiro o Coronel Werisleik Matias (Comandante Geral da PM no Ceará) publica no Boletim Interno da Corporação de 26 de maio de 2012 que com a chegada dos novos soldados, 1000 homens, a escala dos destacamentos seria de 42 horas semanais, depois de formados esses novos PPMM ( foram 920). Porém, essa determinação não estava sendo cumprida no Interior do Estado. Pedro Queiroz, Presidente de uma das associações de militares foi no Comando da Corporação pra conversar com o Comandante Geral, que disse desconhecer que sua determinação estava sendo descumprida e que essa escala de destacamento 3X2/2X3 (trabalhar 3 dias folgar dois, após trabalhar mais 2 dias e folgar 3) , que chega a 96 horas semanais, estava ABOLIDA DO ESTADO DO CEARÁ.
O Coronel Werisleik chamou os comandantes do Interior para uma reunião e, quando todos os policiais militares achavam que iria ser resolvido o problema, aí, na quarta feira, dia 20, o Cabo Sabino – Presidente da Associação dos Cabos e soldados Militares do Ceará (ACSMCE) - declara nas redes sociais que conversou com o Comandante Geral sobre as escalas de serviço. E, para surpresa de todos, esse homem (Cel. Werisleik), que dias antes estava com um discurso de união e apoio aos seus comandados, declarou que somente em agosto, com uma OUTRA TURMA DE SOLDADOS, poderia resolver o problema das escalas dos destacamentos.
Mais uma vez, o Comandante Geral mostrou que não tem palavra. Que mente. Que não tem preparo pra conduzir seres humanos, nem capacidade de lidar com Segurança Pública. Mas isso as estatísticas sobre criminalidade já estão mostrando. Só no Interior do Estado, onde os policiais dos destacamentos trabalham (em regime de escala comparável a de um escravo) o número de homicídios aumentou 18% no mês de janeiro.
Até quando vamos ter que suportar essa administração da morte?
Non nobis, Domine, non nobis sed nomini Tuo da gloriam.
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